A Pesquisa Perspectiva Empresarial — Páscoa 2023, elaborada pela Boa Vista, em nível nacional, aponta que 63% dos empresários acreditam em aumento do volume das vendas na Páscoa deste ano, em relação à mesma data do ano passado.
De acordo com o estudo feito pela gestora de banco de dados SCPC, parceira de negócios da CDL Porto Alegre, apenas 10% creem em diminuição das vendas, enquanto os 27% restantes esperam vendas iguais.
O estudo também identificou que 59% dos empresários acreditam que os consumidores gastarão mais nesta Páscoa em relação à passada — 16% esperam gastos iguais a 2022 e 25% esperam que o consumidor gaste menos em 2023.
Segundo as expectativas dos empresários, o ticket médio das vendas nacionais na Páscoa deste ano será em torno de R$ 179. Para a maior parte dos empresários (64%), as vendas de Páscoa devem representar de 1% a 10% do total de vendas no ano.
Ainda, 92% dos empresários disseram que têm a intenção de investir em ações que aumentem as vendas nessa data. O e-commerce será o principal canal de vendas da Páscoa para 39% dos empresários.
Porém, as lojas físicas seguem como o principal canal para uma boa parcela dos empresários: 37%. Já 12% vão utilizar ambos os canais, no entanto com maior foco no físico, e outros 12% farão o mesmo, com foco nas vendas on-line.
Expectativas gerais para 2023
A Boa Vista também questionou os empresários sobre as expectativas para a retomada econômica em 2023: 28% dos entrevistados disseram estar muito confiantes, enquanto 23% se dizem confiantes. Por outro lado, 29% se consideram pouco confiantes, e 20%, nada confiantes.
De acordo com os empresários, os principais desafios para 2023 são nesta ordem: conseguir ampliar a sua atuação no mercado; realizar vendas nas redes sociais e driblar a inadimplência do negócio.
Por fim, 73% dos empresários ouvidos afirmaram que vão precisar de crédito para alavancar os negócios. Dentre eles, 81% vão procurar crédito nos bancos.
Metodologia
A Pesquisa Perspectiva Empresarial — Páscoa 2023, elaborada pela Boa Vista, entrevistou 300 respondentes, representantes de empresas de micro, pequeno, médio e grande portes, dos principais setores e das principais regiões do País. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 80% de grau de confiança e margem de erro de 3%, para mais ou para menos.















