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Ibovespa acelera perdas e dólar sobe a R$ 5,29 depois de sinalizações da ata do Fomc

O Ibovespa acelera perdas nesta quarta-feira (19), depois da ata da última reunião do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto). Nela, membros do Federal Reserve disseram que quaisquer aumentos nos preços devido a gargalos devem ter apenas “efeitos transitórios” na inflação.

Dois oficiais afirmaram que as pressões inflacionárias poderiam subir a níveis indesejáveis antes que o novo quadro exigisse uma reação política. Contudo, alguns oficias do Fed apontaram para a possibilidade de discutir o plano de redução do programa de compras de ativos (quantitative easing) em uma reunião futura se a economia continuar a progredir rapidamente.

Os sinais de que o banco central dos Estados Unidos pode reconsiderar os estímulos monetários acabou catalisando um movimento de vendas em ativos de renda variável tanto em Wall Street como aqui.

Os índices americanos chegaram a cair 1%, enquanto o benchmark da B3 recuou 0,7%, mas as perdas foram mitigadas aos poucos. Às 15h34 (horário de Brasília), o Ibovespa tinha queda de 0,49%, a 122.376 pontos.

Na mínima, o índice chegou a bater 121.595 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial opera em alta de 0,75% a R$ 5,293 na compra e a R$ 5,294 na venda. Já o dólar futuro com vencimento em junho registra ganhos de 0,59% a R$ 5,298.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe um ponto-base a 4,99%, o DI para janeiro de 2023 tem alta de dois pontos-base a 6,84%, o DI para janeiro de 2025 avança quatro pontos-base a 8,34% e o DI para janeiro de 2027 registra variação positiva de sete pontos-base a 8,94%.

Hoje, na política, a CPI da Pandemia colhe o depoimento do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que disse não ter sido pressionado para defender o chamado “tratamento precoce” contra a Covid-19 usando cloroquina.

Pazuello afirmou ainda que informou ao presidente Jair Bolsonaro “o tempo todo” sobre as negociações para comprar a vacina da Pfizer e que os contatos com a empresa começaram em maio de 2020.

“Durante todo o processo eu despachava com o presidente periodicamente e, nessas conversas, eu falava como estavam as negociações, inclusive com a Pfizer.” O ex-ministro contestou o depoimento de Carlos Murillo, diretor-geral da Pfizer na América Latina, e alegou ter respondido “inúmeras vezes” à farmacêutica.

“A resposta à Pfizer é uma negociação, que começa no momento da proposta e termina com a assinatura. A resposta sempre foi: ‘Sim, queremos comprar, é nosso interesse comprar da Pfizer, mas não posso comprar se não flexibilizar em tal medida, se facilitar a entrega'”, defendeu.

Informações: Infomoney