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Coronavírus: Montenegro apresenta mais oito pessoas recuperadas e seis novos casos

Nesta terça-feira (20), Montenegro apresenta 1152 casos positivos acumulados, sendo 893 casos recuperados, 239 casos em recuperação e 20 óbitos.

Vale destacar que a maioria dos pacientes que se contaminaram com a doença têm entre 30 e 39 anos de idade. O maior número de casos, desde o início da pandemia, foi registrado no Centro e nos bairros São Paulo e Santa Rita.

Montenegro segue uma sequência de queda no número de casos ativos; após o pico de 311 contaminados ao mesmo tempo registrado em 23 de setembro.

Na região o acumulado de casos é de 4.709. 27 destes são novos casos da doença. Foi registrado um novo caso na Feliz; dois novos em Brochier, onde apenas um paciente ainda está doente; um novo caso em Maratá, já recuperado; três casos em Triunfo, quatro casos em São Pedro da Serra; dois em São Vendelino e oito em São Sebastião do Caí.

No Rio Grande do Sul:

No Estado já foram registrados 225.694  casos, 5.452  óbitos, 213.410  pessoas já recuperadas e 6.802  pessoas em recuperação. 64 óbitos registrados nas últimas 24 horas.

A maioria deles ocorreu nos últimos 12 dias, exceto um, de junho, que estava com notificação pendente. A Secretaria Estadual da Saúde também confirmou mais 1.827 pessoas infectadas com o coronavírus. 

94% são consideradas recuperadas e 3,6% estão em acompanhamento. A taxa de letalidade permanece em 2,4%. A taxa de ocupação dos leitos de UTI nos hospitais gaúchos é de 71,2%.

Deste percentual, 39,2% são pacientes com Covid-19 ou suspeita de síndrome respiratória aguda grave. Além dos resultados positivos, o RS já realizou 908,8 mil testes, que tiveram diagnóstico negativo.

No Brasil:

Em território nacional foram confirmados 5.273.954 casos, 154.837  óbitos, 4.721.593 pessoas já recuperadas e 397.524 em recuperação. O Brasil fez 11,5% menos testes diagnósticos de Covid-19 em setembro do que em agosto, apontam dados preliminares do Ministério da Saúde: foram 944.712 testes do tipo PCR realizados no mês passado contra 1.067.656 em agosto.

Os dados ainda podem mudar devido ao tempo de atualização dos resultados. O período entre agosto e setembro é o primeiro a registrar queda na quantidade de testes feitos desde o início da pandemia (veja gráfico abaixo).

Os testes do tipo PCR, também conhecidos como testes moleculares, são aqueles que detectam o genoma do vírus (o RNA viral) na amostra – ele é considerado o “padrão ouro” e serve para o diagnóstico de fato, porque, se o genoma do vírus é encontrado na amostra, a pessoa está infectada.

O PCR é diferente dos testes sorológicos, que detectam anticorpos criados pelo sistema imune do próprio corpo para combater o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Esse segundo segundo tipo serve para determinar se a pessoa já teve contato com o vírus no passado. Além do número de testes realizados, também diminuiu o total de testes enviados aos estados e municípios.

A queda entre o total entregue em maio – mês em que o maior número de testes foi entregue – e em setembro é de 68%. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha que países deveriam ter taxas de positividade de até 5% para fazerem reaberturas.

Se considerados os cerca de 7,7 milhões de testes do tipo PCR feitos no Brasil desde março até 10 de outubro, cerca de 35,5% tiveram resultado positivo. Na rede pública, o percentual é de quase 41%, segundo dados do Ministério da Saúde.

No mundo:

Desde o início da pandemia foram confirmados 40.846.867 casos, 1.125.752 óbitos e 27.939.533 pessoas já recuperadas.

A indústria de cruzeiros foi uma das mais afetadas pela pandemia de coronavírus. Depois que vários navios cheios de passageiros foram colocados em quarentena, alguns com grandes surtos de covid-19 a bordo, o setor ficou destruído.

Com isso, o destino de muitos desses navios, que custam centenas de milhões de dólares para serem construídos, tem sido o desmanche. Circulam na internet imagens de um estaleiro na Turquia que geralmente recebia cargueiros, mas que agora está lotado de navios de cruzeiro sendo desmontados. E com a perspectiva de receber ainda mais deles.

Informações: Acom, Secom-RS, Ministério da Saúde, Portal G1, OMS