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Câmara de Vereadores decide não abrir processo de cassação contra o vereador Sérgio Souza

Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Montenegro, realizada na noite de quinta-feira, 4 de julho, os vereadores decidiram, por uma ampla maioria de 8 votos a 1, não abrir o processo de cassação contra o vereador Sérgio Souza (MDB).

Os vereadores que votaram contra a abertura do processo foram: Ana Paula Machado (Podemos), Juarez Vieira da Silva (Republicanos), Gustavo Oliveira (PP), Ari Müller (PP), Valdeci Castro (Republicanos), Cristian Souza (Republicanos) e Felipe Kinn (MDB), além do próprio vereador Sérgio.

O único voto a favor foi do vereador Paulo Azeredo (PSDB). O presidente da Câmara, Talis Ferreira (Podemos), não vota neste tipo de matéria. O pedido de cassação foi protocolado na tarde desta quinta-feira, 4, pela presidente do PSDB em Montenegro, Elisa Fukuoka, e tinha como base o corte de sete árvores nativas de ingás no estacionamento da Câmara, realizado pelo parlamentar.

Sérgio Souza foi notificado e autuado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e pelo Comando Ambiental (Patram) da Brigada Militar por conta da remoção das árvores sem a devida autorização.

Vereador se defende na tribuna

Durante seu discurso na tribuna, o vereador Sérgio Souza defendeu-se das acusações, enfatizando sua atuação durante as enchentes na cidade. Ele explicou que, ao assumir temporariamente a presidência da Câmara durante a crise das enchentes em maio, tomou medidas urgentes para limpar a área afetada.

“Desde o dia 1º de maio, quando houve a grande enchente, eu me afastei do meu cargo de servidor para participar ativamente da ajuda à comunidade,” declarou Souza.

Ele também esclareceu que, devido à urgência de remover os galhos das árvores danificados pela enchente do Rio Caí, decidiu realizar a poda por iniciativa própria. “Eu entendo que não cometi nenhum crime conforme alegado na denúncia,” argumentou o vereador.

Ele destacou que a remoção das árvores foi feita de boa fé, visando garantir a segurança e a limpeza do local para o retorno das atividades legislativas.